My gray wonderwall

There are many things that I would like to say to you But I don't know how

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Quero sexo na escada e alguns hematomas e depois descanso numa cama nossa e pura. Quero foto brega na sala, com duas crianças enfeitando nossa moldura. Quero o sobrenome dele, o suor dele, a alma dele, o dinheiro dele (brincadeira…). Que ele me ame como a minha mãe, que seja mais forte que o meu pai, que seja a família que escolhi pra sempre. Quero que ele passe a mão na minha cabeça quando eu for sincera em minhas desculpas e que ele me ignore quando eu tentar enrolá-lo em minhas maldades. Quero que ele me torne uma pessoa melhor, que faça sexo como ninguém, que invente novas posições, que me faça comer peixe apimentado sem medo, respeite meus enjôos de sensibilidade, minhas esquisitices depressivas e morra de rir com meu senso de humor arrogante. Que seja lindo de uma beleza que me encha de tesão e que tenha um beijo que não desgaste com a rotina.
Tati Bernardi. (via la-douleur-du-silence)

(Source: quase-perfeita, via c-o-r-n-e-r-s-t-o-n--e)

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No final, todo mundo sai antes de acabar o filme, aquele finalzinho ninguém gosta de ver, mas sempre fica algum casalzinho apaixonado, até o fim, e mesmo depois que o filme acabar eles vão ficar parados um tempão, até o cinema esvaziar todinho. E só depois eles vão acordar. Acordar depois de sonhar com a nossa história.
O amor é filme…
Lisbela e o Prisioneiro (via cloudinthesky)

(via c-o-r-n-e-r-s-t-o-n--e)